Livros e filmes sobre o Japão

Não é segredo para ninguém o quanto eu gosto de aproveitar antes, durante e depois das viagens vários conteúdos para conhecer a cultura e a história de países diferentes que visito. Preparei uma lista com vários livros e filmes sobre o Japão para te ajudar no conhecimento e na cultura desse país tão maravilhoso e tão cheio de contrastes!

Planejo em breve uma outra visita ao país que tanto me encantou!

Livros

Os Japoneses, de Célia Sakurai

É grande a tentação de ficar nos estereótipos quando se trata de japoneses. São disciplinados e limpos segundo alguns, silenciosos e desconfiados segundo outros. E, para quase todos, um povo obstinado, respeitoso dos seus ancestrais e herdeiro da lealdade dos samurais. No entanto, existe um outro lado do mundo oriental que desperta grande curiosidade. É verdade que a indústria japonesa nada cria, apenas copia? E por que será que os japoneses gostam de tirar tantas fotos e andar sempre em grupo? E as mulheres, seriam ainda gueixas submissas e dependentes? O objetivo deste livro é mostrar de onde vêm essas imagens cristalizadas, a partir de um olhar sobre a história, desde a formação, passando pelo mito do milagre japonês e chegando até o Japão pop de hoje.É sobre esse povo fascinante que se debruça a historiadora e antropóloga Célia Sakurai neste livro surpreendente e revelador.

Ikigai, de Héctor García e Miralles Francesc (tradução por Elisa Menezes)

Descubra seu ikigai e encontre o propósito que vai guiar sua vida. Por que existem pessoas que sabem o que querem, enquanto outras definham na confusão? Segundo os japoneses, o segredo é encontrar seu ikigai, conceito que pode ser traduzido como razão para viver. Ter um ikigai claro e definido proporciona a satisfação e o propósito que justificam nossa existência, sendo, para muitos, também a chave da longevidade. Em Ikigai: Os segredos dos japoneses para uma vida longa e feliz , os autores Francesc Miralles e Héctor García vão até Okinawa, a ilha japonesa de população centenária, e reúnem pela primeira vez em livro os hábitos e rotinas que mantém em dia a saúde da mente, do corpo e do espírito daquele povo. Um guia com informações claras e sucintas, além de listas, tabelas e ilustrações que colocam em suas mãos as ferramentas certas para entender e encontrar seu ikigai.

Pachinko, de Min Jin Lee (tradução por Marina Vargas)

No início dos anos 1900, a adolescente Sunja, filha adorada de um pescador aleijado, apaixona-se perdidamente por um rico forasteiro na costa perto de sua casa, na Coreia. Esse homem promete o mundo a ela, mas, quando descobre que está grávida ― e que seu amado é casado ―, Sunja se recusa a ser comprada. Em vez disso, aceita o pedido de casamento de um homem gentil e doente, um pastor que está de passagem pelo vilarejo, rumo ao Japão. A decisão de abandonar o lar e rejeitar o poderoso pai de seu filho dá início a uma saga dramática que se desdobrará ao longo de gerações por quase cem anos. Neste romance movido pelas batalhas enfrentadas por imigrantes, os salões de pachinko ― o jogo de caça-níqueis onipresente em todo o Japão ― são o ponto de convergência das preocupações centrais da história: identidade, pátria e pertencimento. Para a população coreana no Japão, discriminada e excluída ― como Sunja e seus descendentes ―, os salões são o principal meio de conseguir trabalho e tentar acumular algum dinheiro. Uma grande história de amor, Pachinko é também um tributo aos sacrifícios, à ambição e à lealdade de milhares de estrangeiros desterrados. Das movimentadas ruas dos mercados aos corredores das mais prestigiadas universidades do Japão, passando pelos salões de aposta do submundo do crime, os personagens complexos e passionais deste livro sobrevivem e tentam prosperar, indiferentes ao grande arco da história.

As Irmãs Makioka, de Jun’ichiro Tanizaki (tradução por Leiko Gotoda, Kanami Hirai, Neide Hissae Nagae e Eliza Atsuko Tashiro)

Considerada a obra-prima do escritor Jun’ichiro Tanizaki, As irmãs Makioka traça um sutil e complexo perfil da sociedade japonesa durante os anos 1930 e aborda uma série de conflitos entre os valores japoneses e os ocidentais, bem como entre a tradição e a modernidade. A história, que começa no outono de 1936 e termina em abril de 1941, sob o impacto da Segunda Guerra Mundial, retrata a vida de uma abastada família da região de Kyoto e Osaka, no oeste do país. As irmãs Makioka (Tsuruko, Sachiko, Yukiko e Taeko) tentam resolver juntas seus problemas familiares e arranjar um casamento para a terceira delas, Yukiko, uma mulher de crenças tradicionais que aos trinta anos ainda não conseguiu se casar. Ao mesmo tempo representante da inércia das relações, a personagem é também um estandarte da tradição. Aliás, uma partícula de seu nome compõe o título original do livro, Sasameyuki – neve fina, a última a cair no inverno. Taeko, a caçula, também tem intenções de se casar, mas, em respeito às convenções sociais japonesas, ela precisa esperar o casamento da mais velha para decidir seu futuro. Taeko é a personagem mais aberta à modernização dos costumes e à cultura ocidental, sofrendo as consequências de seu comportamento e de suas opções.

 Kyoto, de Yasunari Kawabata (tradução por Meiko Shimon)

Rico em descrições da cidade que foi a capital do Japão por cerca de mil anos (794-1868), Kyoto, de 1962, foi uma das últimas obras finalizadas pelo autor antes de sua morte dez anos mais tarde. Ambientado no período pós-guerra, o livro narra a trajetória de Chieko, filha adotiva de um comerciante de quimonos, Takichiro, e sua esposa, Shige. Chieko é uma jovem que trabalha na loja da família e a vê em processo de falência, assim como vários outros pontos comerciais da antiga capital japonesa, em razão de mudanças nos valores culturais, agora fortemente influenciados pelo Ocidente. Durante um passeio pela aldeia de Kitayama, região montanhosa na periferia de Kyoto onde são cultivados cedros, Chieko acidentalmente conhece sua irmã gêmea, Naeko. Separadas ainda quando bebês, criadas em ambientes hierarquicamente distantes entre si, as irmãs agora tentam se aproximar, e se deparam com a inevitabilidade do destino, o afloramento da sexualidade e o surpreendente curso do acaso. Kawabata desenvolveu uma extensa e profunda pesquisa para mergulhar na cultura, nos costumes e no dialeto da cidade mais tradicional do Japão, revelando na obra aspectos da região de Kyoto desconhecidos mesmo de japoneses. As líricas descrições de Kawabata sobre a cidade, sua mescla de antigas e modernas construções, suas datas festivas e belezas naturais, inspiraram duas versões para o cinema.

IQ84, de Haruki Muramaki (tradução por Lica Hashimoto)

Tóquio, 1984. Aomame, uma mulher que esconde sua profissão de assassina, é enviada para matar um homem numa missão que mudará drasticamente sua vida. Em paralelo, Tengo, professor de matemática e aspirante a escritor, se envolve em um misterioso projeto de reescrever o romance Crisálida de ar, composto por uma menina de 17 anos. De forma alternada, as duas narrativas convergem, e aos poucos o leitor descobre o verdadeiro elo entre elas. Conforme 1Q84 caminha para uma resolução, acompanhamos o incerto destino se fechar ao redor de Aomame e Tengo. Ao mesclar com maestria suspense, fantasia e amor, Murakami alcança nesta trilogia o ápice de sua criatividade literária.

Xógum, de James Clavell

Com mais de 5 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, Xógum é uma fascinante saga sobre o universo mítico dos samurais e das gueixas, numa trama ágil que une política, religião, guerra e romance. Ambientado nos anos 1600, época das grandesnavegações e das conquistas de novos mundos, o livro narra a trajetória do piloto inglês John Blackthorne. Depois de quase dois anos embarcado no navio Erasmus, ele aporta na costa do Japão dividido diante da disputa pela posição de xógum, a mais importante autoridade militar do país. Em meio a intrigas e traições, Blackthorne se aproxima do poderoso senhor feudal Toranaga, tomando parte em um intrincado jogo de poder entre as forças conflitantes da época: daimios, samurais, jesuítas e comerciantes. Com o tempo, uma estranha relação de confiança se estabelece entre os dois homens e uma paixão proibida nasce entre o inglês e sua intérprete, Mariko. Casada com um dos mais cruéis capitães do feudo, ela se vê dividida entre suas obrigações, suas crenças e seus sentimentos. Tentando manter-se vivo apesar da hostilidade dos nativos, Blackthorne vai pouco a pouco se envolvendo com as tradições locais, enquanto o próprio Japão começa a perder sua identidade com a invasão dos jesuítas e a abertura ao mundo ocidental. James Clavell conduz o leitor com notável habilidade narrativa ao longo desse emocionante épico que expõe as terríveis implicações por trás das palavras amor, poder, virtude e honra milenar na cultura japonesa.

 Yakuza Moon, de Shoko Tendo

Esta obra é o relato verídico sobre a luta bem-sucedida de uma jovem mulher filha de um rico chefe da Yakuza para escapar do ostracismo e do abuso. Também uma rara oportunidade de entrar no hermético mundo da Yakuza e o melhor a partir de um ponto de vista privilegiado.

Filmes

Sonhos (1990)

Kurosawa nos apresenta oito histórias que, em alguns episódios, nos aprofundam em alguns folclores japoneses, e em outros, discutem temas importantes da história japonesa, como a bomba atômica e a utilização de gases tóxicos nas usinas.

Disponível para assistir no Apple TV.

Memórias de uma Geisha (2005)

Anos antes da Segunda Guerra Mundial, em 1929, uma criança japonesa é levada da sua família para trabalhar numa casa de gueixas. Apesar de uma rival tentar corrompê-la, ela irá transformar-se na lendária gueixa Sayuri. Formosa e perfeita, ela cativa os homens mais poderosos, mas irá ser perseguida por um amor secreto, o amor do único homem que não pode ter.

Disponível para assistir no Apple TV.

Tampopo – Os Brutos Também Comem Spaghetti (1985)

O primeiro Western-Spaguetti japonês! Neste hino bem-humorado para as alegrias da comida, a história principal é sobre o motorista do caminhão Goro, um cowboy do asfalto, que “cavalga” para a cidade como um Shane moderno para ajudar a viúva e chefe de cozinha Tampopo a transformar seu restaurante no lugar perfeito para o conhecido Udon, a sopa de macarrão japonesa. Entrelaçadas nesta história principal temos uma série de pequenas histórias sobre a importância dos alimentos. Desde um gangster que mistura sexo quente com alimentos, até uma velha que aterroriza um vendedor de legumes por compulsivamente apertar suas mercadorias.

Disponível para assistir no Belas Artes à La Carte.

A Viagem de Chihiro (2001)

Chihiro é uma menina de 10 anos e está em mudanças com a família, para uma nova casa nos subúrbios, quando o seu pai decide ir por um atalho, uma estrada escura e isolada. Depois de saírem do carro e entrar a pé numa pequena vereda, descobrem um restaurante ao ar livre, com muita comida, mas sem empregador ou clientes. Os pais não hesitam e sentam-se, mas Chihiro pressente o perigo e recusa. À medida que a noite avança, Chihiro está aterrorizada por ver em todo a lado caras medonhas de espíritos e formas que se animam.

Disponível para assistir na Netflix.

O Último Samurai (2003)

Em 1870, o capitão Nathan Algren é enviado ao Japão pelo exército norte-americano a fim de dar treinamento militar moderno aos soldados do imperador Meiji, que está a braços com uma revolta liderada pelos derradeiros guerreiros samurai japoneses. Todavia, após ser capturado em combate e conhecer o comandante inimigo, Katsumoto, o oficial ocidental apercebe-se do rígido código de honra que rege aqueles guerreiros e das reais motivações que os levam a combater.

Disponível para assistir na Apple TV.

Dolls (2002)

Baseado no teatro milenar Bunraku, em que pessoas com vestes negras manipulam bonecos no palco. Através deles, o diretor nos conta três tristes e arrebatadoras histórias de amor.
Matsumoto desiste de se casar para se envolver com a filha do seu chefe, o que faz com que sua ex-noiva tente cometer suicídio. Nukui é fascinado pela pop star Haruna Yamaguchi, e cega a si mesmo quando descobre que a cantora ficou deformada depois de um trágico acidente. Hiro abandonou sua esposa para entrar para a máfia japonesa, mas, anos depois, tenta reencontrá-la. Apesar de diferentes, todas as três histórias revelam o quanto o amor pode machucar.

A Partida (2008)

A Partida segue a história de um jovem que começa a trabalhar como Nokanshi, uma espécie de agente funerário, responsável por lavar o corpo, colocá-lo no caixão e enviar a pessoa que morreu para o outro mundo, agindo como um porteiro entre a vida e a morte. O jovem é Daigo Kobayashi, violoncelista em uma orquestra em Tóquio que acaba sendo dissolvida. Ao ser ver perambulando pelas ruas sem emprego e sem esperanças, Daigo decide encerrar sua carreira como músico e retornar a sua cidade natal com sua esposa. O jovem começa a retomar a sua vida através desse novo emprego. Porém seu trabalho é desprezado tanto por sua esposa quanto pelas pessoas a sua volta, mas através da morte é que começa a descobrir o verdadeiro sentido da vida.

Madadayo (1993)

  1. O professor Hyakken Uchida resolve deixar de lecionar para poder se dedicar ao ofício de escritor. O professor é uma lenda vida entre alunos e ex-alunos, pelo seu espírito brincalhão e alegre, e constantemente recebe visitas de seus antigos pupilos. Ele e sua esposa alugam uma bela casa, mas logo ela é destruída em virtude dos ataques aéreos que o Japão sofre na Segunda Guerra Mundial. A partir de então eles se mudam para um barraco, onde vivia o jardineiro de uma mansão próxima. É quando seus ex-alunos, decididos a impedir que o professor continue com uma vida de miséria, decidem se unir para bancar a construção de uma nova casa para ele. Além disto, passam a comemorar anualmente o aniversário do professor, reunindo amigos dele e ex-alunos para uma grande confraternização.

A balada de Narayama (1983)

Numa pequena aldeia em um vale, todos os que chegam aos 70 anos devem deixar a aldeia e ir para o topo da montanha para morrer. Se alguém se recusa, irá desonrar a sua família. O velho Orin tem 69 anos. Neste inverno, é a vez dela ir para a montanha. Mas primeiro ela deve certificar-se de que o seu filho mais velho, Tatsuhei, encontre uma esposa.

Disponível para assistir no Belas Artes à La Carte.

Era Uma vez em Tóquio (1953)

Um casal de idosos deixa sua filha no campo para visitar os outros filhos em Tóquio, cidade que eles nunca tinham ido. Porém os filhos os recebem com indiferença, e estão sempre muito atarefados para terem tempo para os pais. Apenas a nora deles, que perdeu o marido na guerra, parece dar atenção aos dois. Quando a mãe fica doente, os filhos vão visitá-la junto com a nora, e complexos sentimentos são revelados.

Disponível para assistir no Belas Artes à La Carte.

Os Sete Samurais (1954)

No século XVI, durante a era Sengoku, quando os poderosos samurais de outrora estavam com os dias contados pois eram agora desprezados pelos seus aristocráticos senhores (samurais sem mestre eram chamados de “ronin”). Kambei, um guerreiro veterano sem dinheiro, chega em uma aldeia indefesa que foi saqueada repetidamente por ladrões assassinos. Os moradores do vilarejo pedem sua ajuda, fazendo com que Kambei recrute seis outros ronins, que concordam em ensinar os habitantes como devem se defender em troca de comida. Os aldeões dão boas-vindas aos guerreiros e algumas relações começam. Katsushiro se apaixona por uma das mulheres locais, embora os outros ronins mantenham distância dos camponeses. O último dos guerreiros que chega é Kikuchio, que finge estar qualificado mas na realidade é o filho de um camponês que almeja aceitação.

Ran (1985)

No Japão do século XVI, o senhor feudal Hidetora, patriarca do clã Ichimonji, aos 70 anos, decide dividir o reino entre os três filhos: Taro, Jiro e Saburo. Taro, o mais velho, seguindo a tradição do patriarcado japonês, torna-se o líder do clã e recebe o Primeiro Castelo, centro do poder. Jiro e Saburo recebem, respectivamente, o Segundo e o Terceiro Castelo. Hidetora retém para si o título de “Grande Senhor” para permanecer com os privilégios, sem se responsabilizar com os deveres do cargo. Nos planos de Hidetora, Jiro e Saburo dariam apoio a Taro e os três, unidos, manteriam as conquistas da família, utilizando como exemplo, a parábola da flecha, de Motonari Mori, senhor feudal japonês que viveu entre 1497–1571.

Trono Manchado de Sangue (1957)

No Japão do século XVI, os samurais Washizu e Miki de volta para casa depois de vencerem uma batalha, encontram uma feiticeira. Ela prevê que Washizu será o Senhor do Castelo do Norte. Esse é o início de uma sangrenta luta pelo poder. Adaptação da peça “Macbeth”, de Shakespeare.

Disponível para assistir no Belas Artes à La Carte.

Hanani, Cerejeiras em Flor (2008)

Quando descobre que seu marido tem pouco tempo de vida, Trudi não sabe se deve contar a ele a verdade. Em vez disso, ela decide planejar com Rudi uma viagem, para que aproveitem bem estes últimos momentos juntos. Sonhando conhecer o Japão, país pelo qual é apaixonada, a mulher decide que este será o destino do casal, mas que antes eles irão até Berlim, para fazer uma última visita a seus dois filhos que moram lá. A viagem, porém, não é como eles imaginavam, já que os filhos sequer têm tempo de dar qualquer atenção aos dois. Quando seguem sua viagem, o inesperado acontece e Trudi morre. Ainda sem saber que também tem pouco tempo de vida, Rudi decide fazer uma homenagem à esposa, então continua com os planos e vai até o Japão. Lá, após conquistar a amizade de uma jovem, Rudi percebe os sacrifícios que sua mulher havia feito por amor a ele.

Yamato (2005)

Em abril de 1945, Yamato, o maior e mais poderoso navio de guerra do mundo, parte em uma missão suicida, deixando para trás sua cidade natal onde as cerejeiras estavam no ápice da florada. O único desejo dos aproximadamente 3000 tripulantes a bordo era proteger seus entes queridos, suas famílias, amigos e seu país. Para filmar esta obra-prima, foram gastos mais de 600 milhões de yens na construção de um cenário que é a réplica exata dos 190 metros da proa à popa do Yamato, algo sem precendentes na história cinematográfica japonesa. Um elenco de astros japoneses sob a direção de Junya sato dá vida à história original de Jun Henmi (Otokotachino Yamato).

Extra: série

Xogum

Um navegador inglês se torna tanto um jogador quanto um peão em complexos jogos políticos no Japão feudal.

Disponível para assistir no Oldflix.

Extra: filme para ver sem menores no ambiente

O Império dos sentidos (1976)

A história que é ambientada em 1936 é sobre uma ex-prostituta que envolve-se em um caso de amor obsessivo com o chefe de uma propriedade onde ela é contratada como empregada. O que começa como uma diversão inconseqüente transforma-se em uma paixão que ultrapassa todos os limites. Inspirado em um caso real, mostra a história de um amor total, onde dois amantes vivem uma paixão absoluta, uma busca incessante pelo prazer, onde os seus desejos se confundem quando eles são envolvidos em uma delicada e sensual atmosfera.

Disponível para assistir no Mubi.

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