Desde que eu fiz a Expedição ao Campo Base do Everest e o trekking na Mongólia, os livros de aventuras e expedições pelo mundo viraram meus queridinhos na estante. Nada como ler sobre experiências emocionantes vividas em expedições inacreditáveis. Esse tipo de experiência gera sempre relatos impactantes e que fazem o leitor não conseguir largar a história. Separei alguns dos meus livros favoritos sobre diversos tipos de expedições para compartilhar com vocês:
Himalaia
Everest: A jornada de um jovem alpinista, de Marina Benatti
Quando Carlos Eduardo Santalena resolveu escalar o Everest, ele tinha ainda cinco anos. Era uma criança. Morava em São Paulo com a mãe e as duas irmãs, Deborah e Priscilla. Os anos passaram e aquele que tinha avisado à mãe sobre seu grande sonho, buscaria um meio de conquistá-lo, mas antes disso, iria ser na adolescência, um jovem inquieto, indisciplinado nos estudos e um jogador assíduo de futebol pelo time da escola, em Campinas, interior de São Paulo. Ao longo da vida de Carlos, tudo confluía para que o sonho antigo se realizasse. Estudou na Nova Zelândia, e o nome da rua onde morava era Edmund Hillary, o primeiro conquistador do cume do Everest. Coincidências ou não, um ano após de se matricular na faculdade de educação física, pela PUC-Campinas, Carlos conhecera um grupo de amigos que, assim como ele, gostava de escalar nos finais de semana, na região de Bragança Paulista. Depois de quatro anos de treinamento, de 2008 à 2011, Santalena e Canellas embarcaram no voo de São Paulo à Qatar e de lá à Lukla, Nepal. Essa seria a grande aventura que mudaria sua vida e modo de ver o mundo.
Everest: Viagem à montanha abençoada, de Thomaz Brandolin
O livro conta a expedição de oito brasileiros comandada pelo alpinista Thomaz Brandolin, que enfrenta pacientemente todas as dificuldades possíveis e imagináveis para concretizar o sonho de fazer a primeira expedição brasileira ao Monte Everest.
Fantasmas do Everest, de Jochen Hemmleb, Larry A. Johnson e Eric R. Simonson (tradução Cid Knipel Moreira)
Mallory e Irvine teriam sido os primeiros a conquistar o cume do Everest? Como teriam morrido – tragados pelo abismo ou cedendo à exaustão? E sobretudo, teriam chegado ao cume à força de sua fibra e a despeito do parco equipamento, antecipando em quase três décadas o feito de Hillary e Tenzing? Seis décadas mais tarde, em 1999, uma expedição de pesquisa dirige-se ao Everest para responder a essas questões. Unindo a experiência de montanhistas ao talento detetivesco e mesmo arqueológico, os membros da expedição vasculham a montanha gelada, testando hipóteses, desfazendo controvérsias, encontrando-se com a face mortal do mito.
A escalada: A verdadeira história da tragédia no Everest, de Anatoli Boukreev e G. Weston DeWalt (tradução Cristina Fino)
Em 10 de maio de 1996, uma tempestade atroz atingiu o Monte Everest por mais de dez horas. Dos 33 escaladores que estavam subindo pela Face Sul, apenas 28 retornaram, sendo que, dos sobreviventes, três escaparam por muito pouco e dois sofreram graves queimaduras e, mais tarde, tiveram extremidades amputadas. Este livro conta como Anatoli Boukreev ajudou a salvar três pessoas quase mortas. O guia-chefe russo tomou uma decisão aparentemente suicida ao tentar um resgate sozinho. Enfrentou assim a tempestade, a féria da neve e a escuridão naquilo que alguns consideram “um dos mais incríveis resgates da história do montanhismo” e que lhe valeu do Clube Americano de Alpinismo o maior prêmio concedido a atos de heroísmo, sendo eternizado como um dos maiores montanhistas do Himalaia.
Em busca da alma de meu pai, de Jamlink Tenzing Norgay e Broughton Coburn (tradução Patricia de Queiroz Carvalho Zimbres)
Deixado para morrer, de Beck Weathers e Stephen G. Michaud (tradução Catharina Pinheiro)
Em 1996, Beck Weathers e seu grupo de alpinistas empenhavam-se na dura jornada de vencer o Everest quando uma tempestade inesperada atingiu a montanha, desmantelando o grupo e os deixando à deriva em meio à nevasca e ao vento congelantes, que cegavam e impediam qualquer movimento em direção à salvação. Quando foi possível uma primeira tentativa de resgate, Beck estava à beira da morte e foi abandonado na neve enquanto outros, com mais chance de sobreviver, foram salvos. Doze horas mais tarde, aconteceu o inexplicável: Beck surgiu descendo a montanha na direção do acampamento, cego, sem luvas, o gelo invadindo até mesmo o interior do macacão térmico. Assim como Beck, dezenas de pessoas foram surpreendidas naquele 10 de maio, até então o dia mais mortal em 75 anos desde a primeira investida humana no Everest. Oito morreram. Deixado para morrer é um dos mais impactantes relatos dessa tragédia. Beck revisita a decisão de escalar uma das montanhas mais perigosas do mundo – à época ele era um alpinista amador de 49 anos – e narra toda a sua incrível jornada desde a tempestade que deveria tê-lo matado até sua surpreendente volta à vida. Tudo isso com a intensidade única de quem ganhou uma inesperada e extraordinária segunda chance. Em sua narrativa Beck fala de várias questões práticas de alpinismo, preparação física e sobrevivência, especialmente no que se refere à empreitada no Everest, prato cheio também para os leitores que se interessam por esportes extremos e aventura.
Montanha Sombria, de Nick Heil (tradução Daniel Estill)
Durante a escalada em direção ao cume do Everest, alpinistas que demonstram sintomas de imobilidade ou problemas como hipoxia, hipotermia, edemas cerebrais e pulmonares são deixados para trás, enquanto suas equipes continuam o caminho para o cume. No dia 15 de maio de 2006, um jovem alpinista britânico chamado David Sharp jazia moribundo perto do cume do Everest, enquanto quarenta outros alpinistas passavam por ele. Uma semana depois, Lincoln Hall, um experiente montanhista australiano, foi dado como morto e deixado para trás. A morte de Hall foi informada para o mundo inteiro, mas no dia seguinte ele foi encontrado com vida após passar a noite no alto da montanha, sem comida ou abrigo. Se a morte de Sharp foi chocante, não foi a única: apesar do inesperado bom tempo, naquele ano dez outras pessoas morreram tentando chegar ao cume. Com base em cuidadosa pesquisa, Nick Heil narra toda a história do mais mortal dos anos do Everest desde a trágica temporada de 1996. Heil levanta a questão: os alpinistas deveriam abrir mão do seu objetivo último, parando e socorrendo colegas incapacitados, ainda que isso significasse o fracasso de seus próprios esforços de meses de preparação? A justificativa de quem segue é a de que não existe possibilidade de resgate imediato por outros alpinistas, pois àquela altura encontram-se também no limite de suas forças. O resgate implicaria na perda de recursos fisiológicos e materiais que teriam conseguido manter até então, o que poderia trazer sérios riscos às suas vidas. Escrito por um experiente alpinista, Montanha sombria é um relato empolgante sobre uma temporada que entrou para a história e, ao mesmo tempo, uma perturbadora investigação sobre a crescente mercantilização e descontrole que caracterizam a busca pela realização máxima do alpinismo. Nele, Heil narra a polêmica em torno do comportamento humano em situações limite e questiona até que ponto o ser humano é compassivo e solidário – e em que momento a fraternidade é deixada de lado para garantir a própria sobrevivência.
A morada dos deuses, de Carlos Tramontina
A viagem do repórter brasileiro Carlos Tramontina ao Himalaia, contada em detalhes, desde o surgimento da ideia até o surpreendente desfecho da aventura, onde as descobertas e reflexões do autor falam sobre a força do homem e o poder da natureza. Esta é a proposta do livro “A Morada dos Deuses – um repórter nas trilhas do Himalaia”, que narra a aventura em um tom acessível a todos os tipos de público, e não apenas ao especializado em expedições e escaladas.
No teto do mundo, de Rodrigo Ranieri e Diogo Schelp
Ele viu a terra sob seus pés! Ele perdeu um grande amigo no caminho! E tem muita história pra contar… Rodrigo Raineri, um dos alpinistas mais experientes e bem-sucedidos do Brasil, narra, com Diogo Schelp, suas experiências nas quatro expedições (em 2005, 2006, 2008 e 2011) para alcançar o cume do monte Everest, a 8.848 metros de altitude. Em “No teto do mundo”, o leitor vivenciará em detalhes todas as dificuldades enfrentadas por Raineri em suas escaladas. Mais do que apenas um relato, o livro fala sobre vencer os próprios limites, superar as adversidades, a dor de perder o companheiro Vitor Negrete – parceiro de muitas escaladas – para a montanha e saber que o Everest não é uma montanha qualquer, é Chomolungma, a Deusa Mãe do Mundo, e pode ser implacável com aqueles que a desafiam. É, sobretudo, um livro sobre a perseverança, a coragem e a amizade para superar os desafios e conquistar o teto do mundo!
No Ar Rarefeito, de Jon Krakauer (tradução Beth Vieira)
“Mais tarde – depois que foram localizados seis corpos, depois que a busca de outros dois foi abandonada, depois que os médicos amputaram a mão direita de Beck Weathers meu companheiro de equipe – as pessoas se perguntariam por que motivo, se o tempo começara a piorar, os alpinistas não haviam prestado atenção aos sinais. Por que os veteranos guias do Himalaia continuaram subindo e conduzindo um bando de amadores relativamente inexperientes – que pagaram até 65 mil dólares para chegar em segurança ao Everest – rumo a uma evidente armadilha mortal?”
Sonhos verticais, de Manoel Morgado
Sonhos, verticais ou não, impulsionam a vida. Sonhar nos dá a direção – para onde queremos ir, onde queremos chegar. Sonhos nos dão coragem para ousar, ir mais além, superar; eles são a realidade vislumbrada de quem queremos ser. “Sonhos verticais” relata os sentimentos, as aventuras e os desafios de se realizar um sonho: estar com os pés no topo do mundo. O autor nos guia pela difícil peregrinação da escalada e relata passo a passo os 65 dias de jornada, demonstrando que para quem tem fé e está disposto a aprender nem o sonho mais distante, ou mais alto do mundo, é inatingível. Ao final do relato, o leitor encontrará um minidicionário com os principais termos utilizados pelos praticantes e dicas para como iniciar no montanhismo com segurança, conhecerá também um pouco mais sobre a filosofia budista e como ela pode auxiliar nas escaladas para a vida.
Annapurna, de Maurice Herzog (tradução Rosa Freire Aguiar)
Lançado em 1951, este clássico da aventura relata uma das expedições mais dramáticas já vividas na montanha. Impossibilitado de escrever, seu autor ditou-o na cama do hospital onde se recuperava dos danos físicos sofridos durante a escalada.No dia 3 de junho de 1950 o francês Maurice Herzog – o líder da expedição – e seu companheiro de equipe Louis Lachenal alcançaram o topo do monte Annapurna, no Himalaia, tornando-se os primeiros a conquistar uma das catorze montanhas de mais de 8 mil metros do mundo. O feito se concretizou depois de meses de esforço para estabelecer a rota de ataque, numa região ainda não mapeada, sob imensas dificuldades técnicas e no limite de tempo estabelecido pela chegada da monção, prevista para os primeiros dias de junho: seria preciso abandonar a montanha antes que ela chegasse, com seus ventos fortíssimos e suas chuvas diluvianas. Desde a travessia do sul do Nepal e da conquista do cume até a volta penosa e a euforia da recepção aos heróis, a narrativa de Herzog é de tirar o fôlego e mostra por que a conquista do Annapurna se tornou uma epopeia contemporânea.
Amyr Klink
Mar sem fim, de Amyr Klink
A viagem relatada em Mar sem fim começa numa data curiosa: 31 de outubro de 1998, Dia das Bruxas. Foi nesse dia que Amyr Klink deixou a mulher, Marina, e as filhas em Paraty, decidido a realizar o grande projeto de sua vida: sua primeira volta ao mundo, realizada nas águas da Convergência Antártica – notável e precisa fronteira entre as águas frias do Norte e as águas geladas da Antártica. Ali estão os mares mais perigosos do planeta. Um percurso considerado um desafio, mesmo com os equipamentos sofisticados da navegação moderna. Amyr foi o primeiro a realizá-lo, navegando sozinho no veleiro Paratii.Foram 141 dias no mar. Um verão inteiro viajando em latitudes onde o sol nunca se esconde, enfrentando um mar temperamental, às vezes extremamente violento, com períodos de nenhuma visibilidade, muito gelo, vento forte, e o tempo todo submetido a uma rotina que não permitia mais do que cinco horas de sono não contínuo por dia. Dezoito mil milhas navegadas, 12.240 das quais sem pisar em terra, e com muitos sustos, como quando por pouco não ocorre uma colisão entre o Paratii e um gigantesco iceberg. O réveillon de Amyr, em meio a uma tempestade aparentemente eterna, tem um sabor de pesadelo. E, ao mesmo tempo, o deslumbramento: miragens de ilhas, a visão de um cachalote e da rica fauna marinha.
Paratii: Entre dois polos, de Amyr Klink
Amyr Klink é sempre surpreendente. Depois de cruzar o Atlântico em um minúsculo barco a remo – travessia relatada em Cem dias entre céu e mar -, lançou-se em outro projeto assombroso: passar um ano inteiro na Antártica, dos quais seis meses imobilizado no gelo, em companhia apenas de pingüins e leões-marinhos. Para realizar esse sonho, no final de 1989 partiu no veleiro Paratii para uma viagem que iria durar 22 meses. Navegando solitário por mais de 50 000 quilômetros, alcançou não apenas o continente gelado do Sul, mas também as geleiras do pólo Norte. E trouxe na bagagem dois punhados de pedrinhas, um da Antártica e outro do Ártico: símbolos da misteriosa matéria de que são feitos os mais belos e ousados sonhos.
Cem dias entre céu e mar, de Amyr Klink
Linha d’água, de Amyr Klink
Antártica
A pior viagem do mundo, de Apsley Cherry-Garrard (tradução Rosaura Eichenberg)
Com prefácio de Amir Klink, esse é o relato da última expedição do capitão inglês R. F. Scott à Antártica, entre 1910 e 1912. Determinados a serem os primeiros a alcançar o Pólo Sul, os tripulantes do Terra Nova terminaram embarcando numa epopéia de fim catastrófico. Sob um frio de -40°C (que necrosava os pés) e tendo de contornar erros elementares de planejamento, Scott e quatro companheiros corriam contra o tempo para se adiantar à equipe capitaneada por R. Amundsen. Chegaram ao Pólo um mês depois do norueguês. Morreram no caminho de volta, a apenas 17 quilômetros do depósito de alimentos mais próximo.A edição brasileira é a primeira a trazer fotografias da expedição, numa pesquisa iconográfica pioneira realizada junto ao Scott Polar Research Institute.
Endurance, de Caroline Alexander (tradução Sergio Flaksman)
Em 1914 o fotógrafo Frank Hurley embarcou no Endurance com a missão de registrar a primeira travessia a pé da Antártica. A expedição não alcançou o objetivo. Hurley, entretanto, produziu um registro sem paralelo na história da fotografia. Dias terríveis, dias deslumbrantes. Em 1914 o Endurance partiu rumo à Antártica. O gelo e o mar do Pólo Sul lentamente o tragaram. Depois de perambular meses e meses, toda a tripulação regressou sã e salva à terra firme. As imagens de Frank Hurley, fotógrafo da expedição, revivem essa história extraordinária de resistência e companheirismo.
Aconcágua
Aconcágua: o cume e depois morrer, de Assis Anymone
Em “Aconcágua: O Cume e Depois Morrer”, da editora Record, o sociólogo e poeta Assis Aymone revela um pouco do sentimento que leva pessoas a arriscar a própria vida numa queda de braço com a mãe natureza.
K2
Morte e vida no K2, de Graham Bowley (tradução Carlos Leite da Silva)
Com seu formato quase perfeito de pirâmide, o K2 – a segunda maior montanha do mundo, cerca de 240 metros mais baixa que o legendário Everest – seduz alpinistas há décadas. Em 2008, perto do fim de uma breve temporada de escalada, tornada ainda mais curta devido ao mau tempo, dez equipes internacionais – algumas experientes, outras menos preparadas – lotavam os declives perigosos da montanha com seus xerpas e carregadores esperando para subir. No dia 1º de agosto, um grupo de experientes alpinistas ergue os braços em comemoração. Tinha acabado de se juntar à elite que já conquistou a mais perigosa montanha do mundo. Enquanto comemoram, um imenso bloco de gelo cai logo abaixo deles e arrasta as cordas fixas. Ainda não sabem, mas serão obrigados a descer na escuridão e sem o apoio das cordas. Dos trinta que partiram, 11 jamais retornarão. Com um estilo emocionante, Graham Bowley narra toda a tensão e tragédia daquele dia fatídico – histórias de coragem humana, insensatez, sobrevivência e perda devastadora – e nos coloca no interior das mentes daqueles que estavam dispostos a arriscar tudo em busca de uma das realizações máximas do alpinismo. O que os levou a tentar conquistar esse pico? E o que deu errado? Baseado em exaustivas entrevistas com os alpinistas sobreviventes, xerpas, carregadores e familiares e amigos dos falecidos, Morte e vida no K2 é o incrível relato de um dos maiores desastres da história do montanhismo.
K2: Vida e morte na montanha mais perigosa do mundo, de Ed Viesturis e David Roberts (tradução Elaine Paula Calove)
Com 8.611 metros, a segunda montanha mais alta do mundo, o K2 desponta na cordilheira do Karakoram, no norte do Paquistão. Os escaladores consideram-no a conquista máxima do montanhismo, e não é sem razão. Quatro vezes mais mortal que o Everest, o K2 tirou a vida de 77 escaladores desde 1954. Em agosto de 2008, onze escaladores morreram em um período de 36 horas no K2 – a pior tragédia em um único evento na história da montanha, e a segunda pior na extensa crônica do montanhismo nas cordilheiras do Himalaia e do Karakoram. Mesmo assim, galgar o cume do K2 continua sendo a maior meta de escaladores do mundo todo. Antes de encarar o desafio que é o K2, Ed Viesturs, um dos grandes montanhistas de altitude de nosso tempo, já o via como o “santo graal do montanhismo”. Nesta obra, Viesturs explora a notável história da montanha e daqueles que tentaram conquistá-la.
Um Sonho Chamado K2, de Waldemar Niclevicz
Um Sonho Chamado K2 é o testemunho inegável da vitória de um homem sobre a natureza. De um brasileiro sobre a montanha mais desafiadora do planeta. O relato não apenas das três expedições de Niclevicz ao K2 como também o das escaladas preparatórias ao Shisha Pangma, o Cho Oyo e o Gasherbrum, além de diversos aspectos geográficos e culturais do Nepal, do Tibete e do Paquistão. Carregado de tristezas e da mais profunda e angustiante felicidade alcançada por Waldemar Niclevicz, o livro é o testemunho da força de vontade que leva alguns homens a arriscarem a própria vida em busca de um objetivo.




























